Usina de ideias (parte 2)
julho 25, 2010
Uma vivência da oficina de Dramaturgia do Festival Dulcina de Cenas Curtas
Por Victor Carballar
Uma imagem. Assim começa a ofi cina de Dramaturgia, ministrada por Cássio Pires. Tendo essa preposição como aspiração, os participantes tiveram a oportunidade de observar os acontecimentos corriqueiros do cotidiano urbano e, a partir de então, elaborar uma sinopse dramática.
Sem regras e receitas, Cássio Pires estimulou que os alunos fossem livres para a criação de histórias pautadas nas cenas vistas na cidade. Cada participante compartilhou suas constatações com o grupo, abrindo espaço para diferentes pontos de vista, possibilitando assim a difusão de ideias.
“O que me encanta em dramaturgia é a potência das palavras. Esses exercícios estão sendo uma novidade pra mim. É algo sensorial, quase místico. A beleza da descoberta está em criar seres ficcionais por meio dos reais”, disse Hugo Amorim, 28 anos, estudante de Artes Cênicas da FADM.
A oficina chega ao fim hoje. No entanto, essa história não acaba aqui. Os exercícios foram tão animadores que os participantes se propuseram a continuar a escrever os contos que começaram no Festival Dulcina de Cenas Curtas. Quem sabe se não está nascendo hoje uma cena para a próxima edição da mostra?
